segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

DOMINGÃO NO GRAMADO


Exibir mapa ampliado
Não, não fui andar de MTB. No domingo, saí para fazer um rolê curtinho num bairro bacana de Campinas, o Gramado. Coisa rápida, 1h de treino, com subida a dar com pau e belos visuais. Às 07:00 da manhã já estava de volta em casa.

sábado, 4 de dezembro de 2010

ROLÊ NOVO NO SÁBADÃO

Chegou o fim de semana e resolvi fazer um treino novo. Saí de casa e fui até o Swiss Park, conjunto de condomínios onde ocorreu a etapa de Campinas da Copa Claro 100K. A volta completa dá 18 km, com um sobe e desce constante. O asfalto é tapete, as avenidas tem duas pistas e são largas, quase não há tráfego e, ufa (!), o visual é bem legal. A primeira foto é de lá. O Swiss Park foi construído na antiga Fazenda Bradesco e acredito que esta é a sede.

De lá, parti em direção ao bairro Reforma Agrária, já em Valinhos. Como curiosidade, a região tem este nome por ter sido a primeira reforma agrária realizada no país. A estradinha - estreita e cheia de curva - acabou de ser recapeada e corta uma porção de sítios e pequenas chácaras. Tem platação de figo e uva a cada curva, muito legal! A estradinha dá uma volta de 12 km, sai e chega do mesmo lugar. O primeiro trecho é bem rápido, cheio de descidas e retas. O segundo tem várias subidas curtas. Um tesão!

Prá finalizar, segui pela Anhangüera até até o retorno de Valinhos. Na volta, entrei pelo anel viário Magalhães Teixeira, local que sempre quis pedalar. Entretanto, os roubos de bikes por lá são frequentes, especialmente no km 5, e ali na entrada de Valinhos eu desviei. Retornei pode dentro de Campinas. Com o sobe e desce e por ser o primeiro rolê, fechei os 70 km com 29 km/h de média. Achei um bom número e gostei muito da volta. Amanhã tem mais!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

FALA BULGARELLI!


O ciclista campineiro Otávio Bulgarelli tem motivos de sobra para comemorar a temporada 2010. O brasileiro, após três meses no Canadá, desembarcou na Itália e defendeu as cores da diletante MG Kvis Norda Pacific. Humilde, reconheceu “chegar atrasado” na Europa (por conta da idade), mas recompensou isso com dedicação e empenho.

Apesar de não obter os resultados almejados e ter a participação limitada em competições nacionais (sua equipe possuía licença polonesa, sendo impedida de disputar todas as provas diletantes na Itália), Otávio Bulgarelli convenceu e agradou. Sondado por equipes da elite, assinou com a Farnese Vini-Neri do campeão italiano Giovanni Visconti e entrou para o seleto grupo de brasileiros na elite do ciclismo mundial.

Em 2011, com novas responsabilidades, ele vive a expectativa de dividir espaço no pelotão com os maiores ciclistas do mundo. Em entrevista ao Prólogo, Bulgarelli fala da ansiedade e perspectiva para correr na próxima temporada e admite o desejo de defender a seleção brasileira no futuro.

Prólogo: Qual a avaliação que faz sobre a temporada?


O.B: Eu me esforcei muito e reconheci “meu atraso” em relação à Europa (Bulgarelli tem 26 anos de idade). Desde o momento em que cheguei à Itália conversei com meu técnico (Angelo Baldini) e disse que tinha o sonho de competir entre os profissionais. Levei tudo muito a sério, me dediquei e consegui meu grande objetivo, mesmo sem conquistar os resultados esperados.

Prólogo: Você falou sobre resultados, mas acabou tendo uma surpresa ao chegar à Itália.


O.B: Realmente tive uma grande surpresa. A minha equipe (referindo-se a MG Kvis) tinha sede na Itália, mas sua licença era polonesa. Isso limitou a minha presença em competições nacionais. Acabei participando de provas internacionais e utilizei os Granfondos para manter a performance.

Prólogo: Como foi a escolha pela ISD-Neri?


O.B: Como disse, os resultados não foram tão bons quanto eu desejava, no entanto, foram suficientes para agradar e chamar a atenção de algumas equipes. Recebi propostas da Androni Giocattoli e da ISD-Neri e optei pela segunda. Meu treinador (Baldini) tem uma boa relação com eles e isso pesou. Estou muito satisfeito.

Prólogo: Qual a expectativa para 2011?


O.B: No próximo dia 6 de dezembro embarco e fico 10 dias na Itália. Será meu primeiro contato com a equipe e a partir disso vamos estabelecer as metas para a temporada. Chego com o intuito de trabalhar e ajudar o grupo. Tenho consciência que Visconti e (Oscar) Gatto são os principais atletas do time. Vou ser o gregário que nunca fui antes e quero crescer ao longo do ano. Espero permanecer um bom tempo por lá.

Prólogo: E a seleção brasileira...


O.B: Tenho o grande sonho de defender as cores da seleção brasileira no Campeonato Mundial e nos Jogos Olímpicos. Como não temos a exposição de um Tour de France, o Mundial torna-se uma vitrine para todos nós. Foi uma pena o que aconteceu na Austrália quando estivemos representados apenas pelo Murilo Fischer (o Brasil tinha direito a três vagas).

Prólogo: Quais atletas têm potencial para defender a Seleção?


O.B: Acredito que o Rafael Andriato teve uma temporada fantástica e, não fossem os problemas de logística, era um nome certo neste último Mundial. O Gregory Panizo vem andando muito bem, assim como o Renato Seabra (líder do ranking nacional) e o Carlos Manarelli, que teve um excelente final de temporada. Seriam algumas das opções.

Prólogo: Temos uma colônia ciclística brasileira na Itália. Vocês trocam figurinhas?


O.B: Conversei com o Murilo Fischer assim que cheguei à Itália. Ele foi muito solicito e disse que se precisasse de algo ele estaria ao meu lado. Tenho contato com todos. Com o Andriato, Gideoni (Monteiro), Manarelli, todos nos damos bem.

Prólogo: Sua equipe está entre as convidadas para o Giro d’Italia. Já pensou na possibilidade de competir uma grande volta?


O.B: Sim e me motiva ainda mais. Não será fácil, mas caso esteja presente será fantástico. Competir entre os melhores ciclistas do mundo serve de motivação e vou buscar fazer o melhor e conquistar mais uma oportunidade

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

MIL EM TRINTA


Fechei com 1.000 km rodados o primeiro mês de treinos só com a road. Isso porque não rodei muito nos fins de semana, senão a marca chegaria próxima dos 1.300, 1.500 km. Gostei muito do meu desempenho - sempre com médias superiores a 31 km/h - e do comportamento da bike, que tem se saído muito bem no asfalto da cidade. Só que está imunda, coitada. Preciso lavá-la urgentemente.

Esta semana tem sido só de recuperação ativa, pois comeicei uma nova série bem pesada na musculação e estou moído. No fim de semana vou andar bem e quero fazer uns 200 km, no mínimo. Mesmo com as festas, quero terminar dezembro com uma marca melhor ainda do que a de novembro.

domingo, 28 de novembro de 2010

PÉ NA JACA - DOMINGO - MOGI


Exibir mapa ampliado
O pedal que faria ontem ficou para hoje e acabou não rolando por completo. Eu queria ir até Itapira, um treino de uns 130 km. Mas trabalhei ontem à noite, enchi a cara de café, fui dormir quase meia-noite e ainda acordei várias vezes durante a madrugada. Conclusão: cheguei em Mogi e resolvi voltar.

Sábia decisão! Faltavam só mais 10 km até Itapira, mas estava meio quebrado e cheguei em Campinas moído. Fechei os 112 km com 32,5 km/h de média, quando o normal seria uns 34 km/h. Não tem jeito. Os treinos mais longos terão que ficar para os sábados, pois estou mais descansado. No domingão é só sair para girar, sem tanto compromisso com os resultados.

Apesar de tudo, o pedal foi um tesão! O clima estava perfeito, sem uma nuvem no céu, temperatura amena, nada de vento, enfim, um espetáculo! Fecho então o fim de semana pé na jaca com 194 km rodados. Um pouco menos do que previa, mas ainda assim um bom número.

sábado, 27 de novembro de 2010

PÉ NA JACA - SÁBADO - CIRCUITO


Exibir mapa ampliado
Faria este pedal só amanhã, mas como tenho um compromisso, ficou para hoje, pois ele é mais curto. Montei um circuito dentro de Campinas só com rodovias, vias expressas e avenidas sem tráfego. O trajeto passa por Barão Geraldo, distrito que gosto muito. Além de ser todo arborizado, foi recapeado há pouco tempo e os asfalto está novinho.

O circuito tem um total de 27 km. Metade dele é rápida - com velocidade média acima de 40 km/h - e outra é mais lenta, com algumas subidas onde se anda a 20, 21 km/h. Fora que tem muitas desacelerações por conta dos semáforos e esquinas dentro da cidade. Conclusão: fechei os 82 km das três voltas que dei em 31,2 km/h. Acabou sendo até bom, pois esperava uma média menor. Amanhã tem Campinas-Mogi. Coisa longa, com mais de 100 km.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

METENDO O PÉ NA JACA


Preguiça o escambau! Este fim de semana vou meter o pé jaca e pedalar prá burro. Se tudo der certo, vou fazer no mínimo 210 km nos dois dias. Mas quero fazer perto de 250 km. Vamos ver se rola.